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22 de abril de 2018
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Afinal, o que é Jikiden Reiki?

Chiyoko Sensei

Jikiden é o nome dado por Chiyoko Yamaguchi Sensei e Tadao Yamaguchi Sensei (dois japoneses, mãe e filho) que significa “ensinar exatamente como meu mestre me ensinou”. Assim, a palavra Jikiden é usada não apenas para o Reiki, mas para todas as “artes” japonesas comprometidas com a manutenção e tradição tal como foi concebida por seu fundador/idealizador.

No caso do Reiki, o que aconteceu é que Mikao Usui formou 20 Shihans (20 pessoas que teriam o direito de ensinar Reiki após sua morte). Desses 20, destacamos  Hayashi Sensei, que era médico e que por, razões históricas  foi estimulado pelo Mikao Usui Sensei a fundar uma clínica-escola de Reiki e passou a divulgar a técnica. Os motivos que levaram Dr. Hayashi a tomar essa atitude decorre que uma longa história que não cabe ser contada aqui, mas, em resumo, é bom observar que, naquela época, qualquer método ligado a cura foi proibido e perseguido, no Japão, inclusive e principalmente pelo Imperador.  Sendo médico, no entanto, Hayashi Sensei pode, livremente, não apenas aplicar Reiki em seus clientes, como criar uma escola para ensiná-lo. Daí a solicitação de Mikao Usui, já que ele era o único médico do grupo. Estaria assim, preservada tanto a prática, quanto o ensinamento, se houvesse algum impecilho por parte dos outros Shihans.

Hayashi Sensei

Após a morte de Mikao Usui Sensei, os outros Shihans se recolheram numa Associação e não foram divulgadores como Hayashi Sensei. Isto também leva a uma outra história, que poderei descrever em outro artigo. O fato é que Hayasshi Sensei teve muitos alunos, todos no Japão e no Havai. Dentre esses alunos, estava Takata Sensei, havaiana, filha de japoneses. Um outra aluna que ficou afastada do conhecimento público até 1998 (!!!) foi Chiyoko Yamaguchi Sensei.

Takata Sensei, depois da segunda guerra foi para os EUA e de lá o Reiki espalhou-se para todo o Ocidente. Espalhou-se tanto que até japoneses vieram fazer curso deste lado do mundo, achando que o Reiki tinha desaparecido do Japão. Depois da guerra, não havia noticia de que o Reiki tivesse sobrevivido naquele país. Então, o Reiki conhecido aqui era todo proveniente dos ensinamentos de Takata Sensei e de seus sucessores.

Ocorre que este Reiki, embora tenha as mesmas bases (afinal, Takata Sensei e Chiyoko Sensei foram alunas do mesmo mestre, o Dr. Hayasshi, por sua vez, aluno direto de Mikao Usui!), podemos dizer que o Reiki advindo de Takata Sensei sofreu muitas alterações, por influência da cultura ocidental e por outras razões que ainda não conhecemos de todo. Por outro lado, também foram perdidas outras informações e ensinamentos, não sabemos bem por quê, mas talvez mesmo por influência da cultura, em sua maioria, ou pela impossibilidade de serem aplicados procedimentos muito tipicamente advindos da cultura japonesa, nos EUA, após a guerra.  Esta é uma parte da história que ainda está sendo cuidadosamente pesquisada. O fato é que todas essas circunstâncias não tiraram o valor do Reiki Ocidental (já que a base é a mesma), mas ele perdeu caracterísitcas originais de suma importância, não apenas pelas modificações, como por perda de informações.

Em torno de 1998, Chiyoko Yamaguchi Sensei foi descoberta, por acaso (a história é também bem longa, pretexto para outro artigo). Ela era muito culta e morava numa aldeia no interior do Japão. Jamais deixou de fazer Reiki, mas o conhecimento estava restrito a sua família. Nunca teve intenção de ensinar. Ela não precisava trabalhar e se dedicava aos afazeres domésticos e a ajudar, através do Reiki, as pessoas que a procuravam, que eram muitas.

Tadao Sensei

Em um dos vídeos que tive oportunidade de assistir, no curso que realizei com Tadao Sensei, neste ano, em Bogotá, ela fez um depoimento de que , nos 63 anos em que viveu depois de ter conhecido o Reiki, o usou continua e diariamente, como parte de seu ser.

Quando foi descoberta, tanto o Ocidente ficou muito admirado por ela existir quanto ela mesma ficou admirada ao saber que havia Reiki no Ocidente. Só que ao ver como era o “nosso” Reiki ela admirou-se dizendo que era diferente do que ela fazia, bem como muitas coisas tinham sido acrescentadas e, outras, perdidas.

Foi um custo convencê-la a ensinar o que tinha aprendido diretamente de  Hayashi Sensei, ou seja, o Reiki “original” dado pelo Dr. Hayashi. Após, no entanto, ver como muitas coisas tinham se perdido ou modificado, ela acabou concordando. Logo a seguir, fundou o Instituto de Jikiden Reiki, com seu filho Tadao Sensei, dizendo que se comprometia a ensinar exatamente como aprendeu de Hayashi Sensei.

Arjava Sensei e eu, em uma de minhas reciclagens do Curso de Jikiden Reiki

Seus cursos, no entanto eram dados apenas a quem falasse japones, pois ela só falava esta língua e tinha medo de más interpretações de tradução, o que desvirtuaria a técnica. Meu mestre Arjava Petter é alemão, mas fala japonês fluentemente e pôde fazer o curso – foi assim que o Jikiden chegou a mim.

Atualmente, após a morte de Yamaguchi Sensei, em 2003, o representante do Instituto é seu filho Tadao Sensei. Dada a incondicional dedicação de Arjava Petter Sensei, por todos esses anos, em maio deste ano, ele foi nomeado vice-representante do Instituto, o que quer dizer que, na falta de Tadao Sensei, é ele quem responde pelo Jikiden Reiki em todo o mundo. Considero estes dois (Tadao e Petter) as pessoas que mais entendem de Jikiden Reiki no mundo, neste momento.

Fiéis às condições originais que levaram Chiyoko Sensei a aceitar ensinar Reiki, o Instituto de Jikiden assumiu as condições impostas por ela para levar adiante seus ensinamentos. Em termos gerais, podemos resumir desta forma:

1) o aluno que faz o curso se compromete a guardar os ensinamentos para si mesmo, pois apenas os instrutores qualificados pelo Instituto tem permissão para divulgar esse conhecimento. O objetivo é o de que o que se ensina não seja modificado e a tradição possa continuar viva. Isto é muito comum no modo de pensar japonês.

2) Os instrutores não tem permissão de divulgar publicamente o que sabem para não acontecer como no Reiki Ocidental que acabou sendo modificado a cada passo (de fato, na internet achamos, agora, vários tipos de Reiki, cada um com características próprias: Reiki tradicional, Reiki Kahuna e Reiki Karuna, Reiki Aché, Reiki Espada, Reiki da Deusa, Rainbow Reiki, para citar apenas alguns).

3) O Instittuto de Jikiden Reiki não é contra o Reiki Ocidental. Pelo contrário, afirma que, se a base é a mesma, todos tem o seu valor. Apenas não deseja que o que é ensinado pelo Instituto seja modificado para que possamos ter vivo o Reiki tal como foi concebido. Para isso, é preciso disciplina e rigor no ensinamento e cuidado com a divulgação. A divulgação da técnica, então, é feita só nos cursos, para os alunos que se dispoem a aprendê-la tal como foi concebida.

4) a formação do terapeuta conserva a formação dos níveis do Reiki original, tal como foi ensinado a ela pelo Hayashi Sensei: Shoden (nível do iniciante) e Okuden (nível do ensinamento mais avançado). Com estes dois níveis, o aluno aprende todas as técnicas terapêuticas, inclusive as do Reiki à distância. Outros níveis são direcionados aos que entram no caminho dos instrutores:

a) após longo aprendizado e cumprir uma série de requisitos, é possível formar-se como Shiham kaku (assistente do instrutor). O Shihan Kaku tem autorização de ensinar o nível Shoden;

b) após cumprir outros requisitos, o Shihan Kaku aguarda a autorização para atuar como Shihan. Esta autorização era dada, até maio, apenas pelo Tadao Sensei. A partir de maio, passou a ser concedida também por Arjava Petter Sensei, seu único substituto, no Instituto Jikiden Reiki.

c) Apenas Tadao Sensei e Arjava Petter Sensei podem formar Shihans-Kakus e Shihans.

Em termos gerais,creio ter conseguido apresentar o que é Jikiden Reiki, como funciona e como se apresenta acadêmica e administrativamente.

O que posso dizer é que eu o aprendi e o estudo continuamente, desde 2006. Como experiência pessoal, embora também ache que o Reiki Ocidental tem o seu valor inestimável (!!!), percebi que minha atividade terapêutica está mais consistente e tem resultados incríveis. Isto não quer dizer que seja melhor. Apenas aprendi coisas que estavam perdidas e deixei de fazer coisas desnecessárias. Em suma, é como se eu me sentisse trabalhando com a energia de forma mais direta e consistente.

Como trabalho com Reiki desde 1998, para mim é mais fácil ver a diferença do que aconteceu com o meu modo particular de trabalhar com Reiki.

Reafirmo que isso não desmerece em nada o Reiki Ocidental. Se eu achasse isso, não estaria sendo honesta com meus alunos e,  principalmente, comigo mesma, por continuar a ensiná-lo também.Apenas percebo que nem todos querem um curso de nível I de três dias e com mais profundidade. Mesmo assim, como há procedimentos do Jikiden Reiki que o próprio Instituto trouxe a público (como o uso do byosen, por exemplo), sempre que posso, introduzo noções em meus cursos de base ocidental, tal o valor que percebo estarem contidos ali.

Em termos gerais, esta é a concepção do Jikiden Reiki. Aos mais interessados, sugiro acessar o link do meu site sobre o assunto, que contem mais algumas informações:

17 de fevereiro de 2013
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Os Princípios do Reiki – Conclusão e bibliografia

Com a prática dos princípios nos procedimentos terapêuticos temos tido condições de levar o cliente a perceber que, como afirma Chopra (2003, 85) “nosso corpo é suficientemente fluido para espelhar qualquer evento mental. Nada se move sem movimentar o todo”.

De fato, com o decorrer das sessões, o cliente tem percebido o quanto a forma de dirigir seus pensamentos pode interferir no seu cotidiano. Os princípios do Reiki são apresentados como uma forma de resgatar esse tipo de consciência, bem como levá-lo a acreditar que sua saúde depende em muito de seu estado mental.

Como afirma Chopra,

“Antes, a ciência declarava que somos máquinas físicas que, de alguma forma, aprenderam a pensar. Agora, desponta a ideia de que somos pensamentos que aprenderam a criar uma máquina física” (Chopra, 2003, 91).

Mais do que isso, desponta a questão da interação entre a Ciência e a Espiritualidade. Muitos autores modernos têm-se dedicado a estas questões, colocando em cheque os princípios e conceitos dessas duas formas de descrever as questões que permeiam a saúde do corpo e da mente. Coube à terapia holística assumir muitas dessas questões e hoje a Ciência começa a rever suas posturas diante da necessidade de uma abertura a esse debate. Como assinala Sheldrake,

“À medida que a ciência se liberar desse mecanismo estreito que tem sido sua camisa-de-força por tanto tempo, aproximando-se de uma visão holística da natureza, haverá muito mais possibilidades de interação fértil entre a ciência e a espiritualidade”. (Sheldrake, in Ebert, 2002, 66).

Nestas conclusões, inserimos este tema de debate como estímulo ao leitor em suas próprias constatações, apontando, assim, caminhos para o desenvolvimento posterior do tema.

Encerramos este artigo com a convicção de que a terapia proposta pela atuação da inclusão dos princípios do Reiki na prática terapêutica envolve o cliente e o coloca como coautor de sua própria busca de autorrealização, restauração e manutenção de seu equilíbrio energético. Assim, o terapeuta cumpre seu papel como facilitador da busca de autoconhecimento e, em vez de atuar apenas como interventor de procedimentos, torna-se caminho e instrumento de autorrealização de seu cliente. Os princípios lembram uma filosofia interior, um comportamento ético de vida, que gera saúde do corpo e do espírito, trazendo o que, em tese, o ser humano tem como o maior objetivo, embora nem sempre de forma consciente: Estar e Ser no mundo, pleno em sua essência, desenvolver-se espiritualmente. Que mais não seja, a meta do terapeuta é apontar o caminho e deixar que cada cliente, na medida de suas próprias convicções, busque e alcance os níveis de equilíbrio que lhe são permitidos de acordo com suas próprias escolhas interiores. Isto é, em suma, encontrar o caminho da busca interior, o caminho da Espiritualidade, que compõe, em síntese, a completude do ser humano.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CHOPRA, D. A cura quântica; o poder da mente e da consciência na busca da saúde integral. São Paulo, Best Seller, 2003.

HARMAN, W.W. ET SAHTOURIS, E. Biologia revisada. São Paulo, Cultrix, 2003.

JUNG, C. et WILHELM, R. O segredo da flor de ouro. Petrópolis, Vozes, 2001.

LeSHAN, L. O médium, o místico e o físico; por uma teoria geral da paranormalidade. São Paulo, Summus, 1994.

PETTER, F. A. Fuego Reiki. Buenos Aires, Uriel, 1998.

PETTER, F. A. Reiki: o legado do Dr. Mikao Usui. São Paulo, Ground, 2002.

PETTER, F.A., YAMAGUCHI, T. et HAYASHI, C. The Hayashi Reiki Manual. Twin Lakes, Lotus Press, 2003.

PETTER, F. A. Curso para  mestres de Reiki. Anotações de aula. Buenos Aires, 2004

SHELDRAKE, R. Do envelhecimento celular à física dos anjos: uma conversa com Rupert Sheldrake. In: EBERT, J.D. et alii. O fim da divindade mecânica; conversas sobre ciência e espiritualidade, o fim de uma era. Brasília, Ed. Teosófica, 2002.

TIBANA, P. et TIBANA, R. Entrevista sobre traduções de palavras japonesas e sobre a Era Meiji, 2006.

VINCENTINO, C. História Geral. São Paulo, Scipione, 1997.

YOSHIOKA, H. Entrevista sobre a história do Japão, 2006.

11 de janeiro de 2013
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Os Princípios do Reiki – Hito ni shinsetsu ni (seja gentil com os outros)

Ser gentil com os outros implica ser gentil com todos os seres vivos, ou seja, todas as formas de vida que se apresentam na natureza.

Sahtouris (2003, 189) observa que

se concordarmos em considerar o comportamento humano ético como aquilo em que acreditamos sinceramente, que pode nos manter saudáveis para nós mesmos, para a nossa família, para a nossa espécie e saudáveis ou pelo menos inofensivos para as outras espécies, para o ambiente e para o nosso planeta, então teremos uma bússola.”

Ainda afirma a autora:

“Cuidar dos nossos próprios interesses requer que conheçamos os interesses de todo o nosso ambiente, que significa todo o nosso planeta vivo. As nossas escolhas livres, para atender aos nossos próprios interesses de longo prazo, têm de atender também aos das outras espécies, pois o comportamento ético natural é o que contribui para a saúde de todo o sistema (Terra)” (id.ib., 188)

Cuidar para que o respeito se estabeleça e se restabeleça é fator de primordial importância para o reequilíbrio de nosso planeta. A postura pessoal incide no respeito a nós mesmos e a todas as espécies vivas, ao nosso planeta como um todo. A gentileza é uma postura que pontua a sede do respeito, da consciência de si mesmo e do outro e deve se estender a todo o ambiente que nos cerca. Este procedimento gera uma energia de força e de amor que reverte para o bem de todo o ambiente e de nós mesmos.

No sentido mais sublime oriental, a gentileza é a manifestação mais concreta do amor e frequentemente é descrita até suas últimas conseqüências, como conta a história do sadhu indiano e do escorpião: um homem se depara com um sadhu debruçado numa valeta estendendo a mão para salvar um escorpião que começava a se afogar, mas é picado por ele. Novamente, o escorpião volta para a água e novamente é salvo, custando ao sadhu, nova picada. O homem vê isto acontecer várias vezes e não se contém, dirigindo-se ao velho sábio: “por que você continua a tentar salvá-lo e a se deixar picar?” Responde o sadhu: “nada posso fazer… é de sua natureza picar e é de minha natureza salvar” (Chopra, 2003, 233-234). A gentileza demonstrada pelo velho sadhu serve-nos como uma metáfora de comportamento. Se conseguirmos neutralidade suficiente para mantermos uma postura de gentileza, não nos deixaremos influenciar pelo ambiente que nos cerca, quando ele se mostrar hostil.

Há uma unidade natural do homem com a natureza e o Cosmos, pois todos somos frutos de uma mesma fonte criadora. Em última instância, todos somos irmãos. Somente no amor universal encontramos a verdadeira paz. Assim, o exercício que este princípio nos apresenta é a manifestação do respeito, da consideração e da bondade por todos os seres. O caminho da sabedoria nos propõe o amor incondicional. O centro energético e o meridiano do coração são a sede dessa manifestação.

Aplicações terapêuticas

Além do aconselhamento que estimule a prática da gentileza, o terapeuta reikiano poderá aplicar Reiki diretamente no chakra cardíaco, utilizando o símbolo do poder e o emocional. Para os praticantes de Karuna Reiki®, aconselhamos o símbolo que atua no equilíbrio dos relacionamentos e que desenvolve bons hábitos, aplicado também no coração. Em Gendai Reiki, destacamos a técnica Bushu-Chiryo-Ho diretamente no cardíaco.

23 de dezembro de 2012
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Mensagem de Ano Novo – 2012-2013

Um novo ano evoca o término e o princípio cíclicos, que tanto caracterizam a caminhada humana.

Lembra-nos que não estamos aqui para nos acomodarmos ao que somos e “os outros que nos aceitem desse jeito mesmo”.

Não permite a estaticidade, convida ao dinamismo…

Por suas características, lembra-nos que estamos aqui, numa experiência de vida,
na qual a mudança de padrões e de princípios mostra-se como uma constante necessidade para a evolução de nosso espírito.

Enfim, vejo o Ano Novo como um mito que evoca renovação. Mostra-nos o quanto somos antigos o suficiente – pelos séculos que já vivemos – para sabermos que temos de aproveitar as experiências para sermos melhores. Ao mesmo tempo, mostra-nos o  quanto somos novos – pelos séculos que faltam ser vividos – para sabermos que não podemos sentar sobre nossos valores e deixar que a vida passe, sem arredar pé dessa acomodação fácil, muitas vezes doentia.

A idade do mundo é a nossa história.

E nossos espíritos não devem estar “aprisionados” em nossas idades terrenas.

Não há desculpa para o descaso, o descanso, a acomodação.
Não há desculpa para dizer que passou a hora da constante busca do aperfeiçoamento interior.
É hora para uma boa cutucada no divino que há em nós.

É claro… para os que estão atentos a isso…

Mostra que o ciclo se renova, assim como as vidas a serem vividas…

É a hora, portanto, de não pensarmos apenas nos festejos, nas compras e nas ceias,
mas para pensarmos no deus que somos, no divino que representamos.

Hora de uma revisão de parâmetros interiores, de não cedermos ao convite fácil
à acomodação a padrões jamais revistos, estáticos, falidos, ao convite à estagnação, à conveniência do tradicionalmente estabelecido.

Isto posto, que venha o Champagne (!!!)

E que os fogos reflitam a luz de nossas almas!!!

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